quarta-feira, 23 de setembro de 2020

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   5 CUIDADOS COM SEUS CÃEZINHOS DURANTE A PRIMAVERA


A primavera é uma estação maravilhosa para os cães e seus donos, as flores voltam à vida embelezando toda a cidade, o clima fica mais confortável, tornando-se a melhor época para levar os cães para passear e passar mais tempo ao ar livre.

Confira abaixo 5 dicas imperdíveis para manter os seus pets em saudáveis e muito felizes nessa primavera.

1.  Fique atento com as pulgas! Essa é a época de reprodução das pulgas, portanto faça uma boa limpeza na sua casa e verifique se o seu cãozinho também está livre delas.

2.  Passear ao ar livre é ótimo! Durante esses passeios, devemos ficar atentos ao que os nossos cãezinhos estão fazendo, pois o contato com a natureza, lixo, comidas e etc, deixam os nossos pets mais suscetíveis a parasitas, como por exemplo, os parasitas intestinais. Acompanhe o comportamento do seu animal, notando algo diferente, leve o seu cãozinho ao veterinário.

3.  Época de exercícios para os pets! Fique atento ao peso, e dependendo da intensidade de atividades, certifique-se que ele está recebendo a quantidade de alimento adequada para a raça e porte. Deixe sempre disponível água limpa e fresquinha para o seu animalzinho, especialmente pós-exercícios físicos.

4.  Na hora de passear, não podemos esquecer a guia! Verifique se o tamanho está confortável para o seu cãozinho. Colocar um colarzinho com o nome e dados do seu cãozinho, é uma excelente forma de cuidar e proteger o seu fofuxo.

5.  Última, mas não menos importante das dicas, verifique os pelos! Não deixe os pelos com emaranhados ou nós. Mantenha a pelagem sempre saudável e com a tosa em dia. Procure por escoriações ou pulgas, se houver, vá ao veterinário e verifique o tratamento adequado. Ah, não se esqueça de se divertir muito com seu cãozinho.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Curso de Banho e Tosa em Mongagua 13 34941684

   Cruzamento de Lhasa apso com Shih-tzu: como identificar?


Algumas raças caninas são tão parecidas entre si que oferecem um verdadeiro desafio a quem tenta identificá-las. É o caso das raças Shih-tzu e Lhasa apso, ambas originárias da Ásia, respectivamente da China e do Tibete. Mas você sabia que existe um cachorro híbrido, resultado do cruzamento de Lhasa apso com Shih-tzu?

Apesar de muito parecidas, ambas as raças possuem suas singularidades. Ficou interessado no assunto? Continue lendo para saber dicas de como identificar a mistura Lhasa Apso com Shih-tzu.

 

Shih-apso: conheça a “mistura” de Shih-tzu com Lhasa apso

 

Quando falamos em cruzamento de Lhasa apso com Shih-tzu, é difícil antecipar qual será a aparência do pet. Afinal, não existe uma regra capaz de determinar quais características ele irá puxar de cada raça. Isso não diz respeito apenas à aparência, mas também em relação ao comportamento.

Nesse sentido, uma das peculiaridades do Shih-apso é que a mistura de raças resulta em filhotes de aparência muito similar. E não é para menos. Ao menos na aparência, Shih-tzu e Lhasa apso são raças muito parecidas. Tanto é que muita gente costuma confundir as duas. 

Com algumas diferenças de um indivíduo para outro, em geral os Shih-apsos têm altura que varia de 22 a 30 cm, com peso entre 5 a 8 kg. Ou seja, são pets de pequeno porte com características muito semelhantes às das raças que deram origem a eles. 

Além disso, são cães braquicefálicos, isto é, com focinho achatado e possuem pelagem longa. Esta pode tanto ser lisa, como a do Lhasa apso, ou ondulada, mais característica do Shih-tzu. 

 

Temperamento: um fator de imprevisibilidade

Se na aparência os filhotes do cruzamento de Shih-tzu com Lhasa apso costumam ser muito parecidos, quando falamos de temperamento o quadro muda de figura. Isso porque, apesar de sua origem próxima, ao longo de sua história, as duas raças foram selecionadas com objetivos muito diferentes.

Começando pelo Lhasa apso, embora sejam excelentes cães de companhia atualmente, eles costumavam servir de cães de guarda, protegendo os templos de monges tibetanos e avisando sobre a presença de possíveis invasores. 

Por isso mesmo, apesar de sua aparência fofa, o Lhasa é um cão muito ativo e desconfiado com estranhos. Além disso, é comum ter o hábito de vocalizar (latir) quando percebe alguma novidade no ambiente.

Já o Shih-tzu surgiu especialmente para servir de cão de companhia. De acordo com historiadores, depois de seu surgimento no século XVII, a raça teria se tornado a favorita da família real da Dinastia Ming. Fato é que, como cães de companhia, os Shih-tzu costumam ser mais preguiçosos, muito apegados ao tutor e loucos por um colo.

Esse cruzamento de cachorro, por sua vez, pode puxar o temperamento tanto de uma raça como de outra. Seja como for, espere um pet divertido, companheiro e um pouco teimoso. Este traço, especificamente, está presente nos cães da raça Shih-tzu e Lhasa apso. 

 

Cuidados com o Shih-apso

Uma vez que certos problemas de saúde são transmitidos de pais para filhotes, o cruzamento de Lhasa apso com Shih-tzu também tem maior propensão a desenvolver algumas condições comuns em ambas as raças. 

É o caso, por exemplo, de luxação patelar, displasia, úlcera de córnea e problemas renais. Para identificar alterações logo no início, leve o pet para uma consulta no veterinário com regularidade, ao menos uma vez por ano. 

A fim de não sobrecarregar as articulações, é importante oferecer uma alimentação balanceada e estimular atividades físicas por meio de passeios diários e brincadeiras. 

Ainda mais no caso de pets que puxaram a inquietação do Lhasa apso, isso também ajuda a manter o cachorro mais tranquilo e saudável física e psicologicamente.

Por fim, a pelagem longa do Shih-apso exige dedicação do tutor para mantê-la seca, limpa e livre de nós. Os banhos devem ser dados com regularidade, ao menos uma vez por semana, sempre com produtos adequados e tomando o cuidado de secar bem a pele e a pelagem. 

Também é importante escovar os pelos do amigo de quatro patas com frequência. Isso ajuda a remover pelos mortos e sujidades que contribuem para o surgimento de doenças de pele. 


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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Curso de Banho e Tosa em São Vicente 13 3494-1684

  Cachorro com falta de ar: o que pode ser e como tratar?

  

Poucas coisas são tão angustiantes quanto estar ou ver com alguém com dificuldade para respirar. No caso de cachorro com falta de ar, presenciar a situação costuma ser motivo de pânico entre os tutores. Até porque, uma vez que o pet não fala e tem uma fisiologia diferente da nossa, pode ser difícil diferenciar o problema de outros quadros.

Saber reconhecer cachorro com falta de ar, quais são as suas causas e o que fazer nesses casos é importante para prestar os primeiros-socorros quando necessário. Vamos aprender como fazer isso?

Sintomas: será que é mesmo falta de ar?

Reconhecer um cão com falta de ar é simples: além de dar sinais de agonia, a pessoa tenta puxar o ar, emitindo um som bastante característico. Também pode ficar com as extremidades arroxeadas e, em casos mais graves, chegar a desmaiar. Mas e quanto aos cachorros, como identificar que eles estão com dificuldade para respirar?

Entre os principais sintomas de cachorro com falta de ar estão: agonia evidente (com grande inquietação), alteração do ritmo respiratório, emissão de ruídos anormais, pescoço estendido, além de língua e mucosas arroxeadas. 

O último sintoma, também conhecido como cianose, é uma das principais maneiras de diferenciar a falta de ar de outros quadros, como o mais inofensivo espirro reverso, por exemplo. Em casos mais graves, a falta de ar pode evoluir para um quadro com tremores e desmaio. 

O que pode ser quando o cachorro está com falta de ar?

Um cachorro com tosse e falta de ar pode estar assim tanto por episódios pontuais como por problemas de saúde crônicos. É importante estar atento a alguns sinais que ajudam a identificar a causa.

Nesse caso, se o cachorro com dificuldade de respirar se recuperou, mas vem apresentando o problema com frequência, é importante consultar um médico-veterinário a fim de descobrir se há algo de errado com a saúde ele. A seguir, listamos algumas das causas mais comuns para cachorro com falta de ar.

1. Golpes de calor

Assim como os seres humanos. os cães são animais endotérmicos , ou seja, mantêm a temperatura corporal constante por meio de mecanismos regulatórios do próprio organismo. 

Assim, quando a temperatura fica muito elevada, pode levar a um aumento da taxa metabólica, com evolução para quadros de desidratação e de colapso respiratório. Entre os principais sintomas da hipertermia canina podemos citar: 

Respiração ofegante;

Salivação excessiva;

Apatia/prostração;

Andar cambaleante;

Confusão mental,

Taquicardia.

Por causa de sua anatomia, cães braquicefálicos (de focinho achatado) são mais propensos a sofrer com os chamados golpes de calor. Seja como for, nunca deixe o pet, independentemente de sua raça, em locais fechados e sem ventilação, como carros.

Em caso de suspeita de hipertermia, leve o cachorro para um local mais fresco, interrompa qualquer atividade física que ele esteja fazendo, ofereça água fresca e procure um veterinário. 

2. Engasgos

Nesse sentido, o organismo dos cachorros é bastante parecido com o nosso. Enquanto bebem água ou ingerem alimentos, uma válvula presente na parte superior da laringe se fecha, direcionando os alimentos para o esôfago. 

Quando, por algum motivo, esse mecanismo falha e a epiglote permanece aberta, a água ou os alimentos podem parar nas vias respiratórias, bloqueando a passagem de ar. Os principais sintomas do engasgo são: 

Agonia evidente (com grande movimentação);

Salivação excessiva;

Tentativas de vômito,

Língua e mucosas arroxeadas (cianose).

O engasgo pode provocar o bloqueio parcial ou total da passagem de ar, podendo, em casos mais graves, levar o pet a óbito. Sendo assim, ao perceber que o cachorro está engasgado, procure agir imediatamente. Nesse caso, é valido conhecer técnicas para desengasgar cachorro, como a chamada Manobra de Heimlich.

 

3. Colapso da traqueia

Não é só a presença de corpos estranhos que pode causar o bloqueio da passagem de ar pela traqueia. Formada por arcos cartilaginosos, a traqueia pode passar por um processo de envelhecimento, com consequente amolecimento das cartilagens. 

Menos rígidas, as cartilagens contribuem para deixar a traqueia mais estreita, o que pode comprometer a passagem de ar. Mais frequente em cães idosos e de pequeno porte, o colapso da traqueia tem como sintomas:

Tosse seca ou engasgos, especialmente após atividades físicas intensas ou depois de momentos de grande excitação;

Tensão da musculatura do abdômen devido ao esforço para respirar;

Angústia respiratória, com emissão de ruídos;

Língua e mucosas arroxeadas (cianose),

Quadros recorrentes ao invés de episódios.

O diagnóstico do colapso da traqueia é feito pelo médico-veterinário com a ajuda de exames de imagem, como raio-X. O tratamento vai depender da gravidade do problema e do estado de saúde do paciente, sendo que, em alguns casos, é possível recorrer à correção cirúrgica.

4. Cardiopatias

Como sabemos, o coração é o órgão responsável por bombear sangue para o nosso corpo. E é no sangue que se encontram os pigmentos respiratórios responsáveis pelo transporte de oxigênio até os pulmões, onde ocorrem as trocas gasosas. 

Portanto, quando o coração do pet não está funcionando muito bem, é esperado que a falta de ar em cachorro esteja entre os sintomas. Nesse caso, Existem diferentes tipos de cardiopatias, decorrentes principalmente de fatores como idade, obesidade, predisposição genética, etc. Abaixo, listamos alguns dos principais sinais de cardiopatia em cães:

Fadiga;

Tosse seca;

Indisposição;

Respiração acelerada;

Falta de ar;

Anorexia;

Emagrecimento;

Convulsões,

Língua e mucosas arroxeadas.

Caso seu amigo apresente um ou mais dos sintomas de cachorro com falta de ar e tosse, procure um veterinário o mais rápido possível para uma avaliação. Quanto antes for diagnosticado o problema, melhor será o prognóstico para tratamento. 

 

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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Curso de Banho e Tosa em São Paulo 13 3494-1684

 Cachorro pode comer melancia?

 

É difícil resistir ao olhar pidão de um cachorro. E não é para menos. Estudos sugerem que a expressão dos cães na hora de nos pedir alguma coisa foi incorporada ao longo do tempo, com o objetivo de nos amolecer. O problema é que, muitas vezes, o tutor não sabe quais são os alimentos liberados para cães. Por exemplo, cachorro pode comer melancia?

 

Melancia para cachorro: pode ou não pode?

Cachorro pode comer melancia, pois se trata de uma fruta muito saudável para esses pets, rica em água e nutrientes. Não à toa, é comum encontrar quem recomende oferecer melancia para cachorro no verão, o que ajuda a refrescar o cão.

Composta por 92% de água, a melancia também é uma ótima opção para manter o pet hidratado. O aumento do consumo do líquido, por sua vez, contribui para diminuir os riscos de problemas urinários, promovendo o bom funcionamento dos rins e do organismo. 

De quebra, apesar de sua doçura, a fruta ainda é um alimento pouco calórico, podendo ser oferecida como petisco inclusive para cães obesos. Por este e outros motivos, cães podem comer melancia. Ademais, se for o caso, converse com um médico-veterinário para orientações de como ajudar seu pet a perder peso do jeito certo.

 

Benefícios da melancia para os cães

A alegria dos pets ao comer um alimento tão saboroso e saudável como melancia já é um baita benefício. Não bastasse isso, a fruta ainda é rica em uma série de nutrientes que fazem muito bem para a saúde do pet. Dentre eles, podemos destacar:

Vitamina A: substância lipossolúvel, é importante principalmente para a manutenção de uma boa visão. Também ajuda no bom funcionamento dos sistemas ósseo e muscular, além de contribuir para pele e pelagem mais bonitas.

Vitamina B6: é reconhecida por participar de dezenas de reações químicas essenciais ao bom funcionamento do organismo, estando ligada à síntese de diversos aminoácidos. A deficiência dessa vitamina pode causar desde enfraquecimento da imunidade até problemas neurológicos.

É importante destacar que, imprescindíveis para o organismo canino, esses nutrientes já estão presentes nas rações de qualidade. Logo, se você proporciona ao pet uma alimentação balanceada, não é necessário fazer a suplementação dessas vitaminas. Nesse caso, a melancia faz mal para cachorro quando oferecida em excesso.

Já no caso da água, presente em abundância na melancia, ela pode ser muito útil para promover a hidratação nos dias mais quentes, ou para cães que não têm o costume de ingerir o líquido com tanta frequência. Assim, pode dar melancia para cachorro, pois ajuda a evitar problemas renais. 

 

Como oferecer melancia para cachorro?

De maneira geral, a melancia é uma fruta muito saudável para os cães. No entanto, assim como ocorre com outros alimentos, ela também pode se tornar prejudicial. Assim, tudo depende da maneira como é administrada. A seguir, separamos algumas dicas de como dar melancia para cachorro:

Remova casca e sementes: caso se pergunte se cachorro pode comer casca de melancia, saiba que essa parte do alimento contém substâncias tóxicas. Já as sementes de frutas são uma grande causa de obstrução intestinal;

Corte a fruta em pedaços semelhantes, proporcionais ao tamanho do pet. Isso facilita a apreensão do alimento e evita a deglutição sem a prévia mastigação;

Sirva apenas frutas frescas! Pedaços que não foram consumidos logo após terem sido servidos deverão ser descartados;

Ofereça o alimento com moderação. Lembre-se de que uma dieta balanceada já contém todos os nutrientes fundamentais à saúde do seu pet. Além disso, o açúcar presente nas frutas pode aumentar o risco de problemas como sobrepeso e diabetes. O ideal é que a fruta sirva de petisco, não substituindo a dieta principal,

Seja criativo nas receitas! A melancia pode ser servida em temperatura ambiente, congelada, como um picolé, e até com outras frutas.

 

Receita para cachorro: picolé de melancia

Perfeita para os dias quentes, cachorro pode comer melancia, inclusive, como picolé. Este é um jeito diferente de oferecer alimentos para o pet. Muitos se divertem com as lambidas e as mordidas dadas no alimento geladinho. Preparar esse alimento é muito fácil. Você vai precisar de:

Melancia sem semente cortada em cubos.

Água ou água de coco.

Comece batendo a melancia no liquidificador. Acrescente a quantidade desejada de água até obter uma consistência homogênea pastosa. Além de saudável e ótima para repor nutrientes em casos de desidratação, a água de coco ainda adiciona um sabor especial à receita. Considere-a.

Despeje o conteúdo do liquidificador em forminhas pequenas para picolé. Caso não tenha essa opção em casa, use forminhas de gelo. Depois, é só levar ao freezer e esperar o picolé congelar.

 

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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

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  Saiba quais são as cores de gatos e o que elas significam


Compreender as cores de gatos pode ser mais complicado do que parece. Por trás da pelagem dos bichanos, há um complexo sistema genético que pode dizer muito sobre os peludos. 

Quanto mais aprendemos sobre os animais, mais apaixonados ficamos por eles. Se você deseja saber mais sobre cores de gato e seus significados, continue lendo. Preparamos um guia conteúdo completo. 

Cores de gatos: macho ou fêmea

Você provavelmente já ouviu dizer que gato de três cores é sempre fêmea, não é mesmo? Pois, saiba que essa história tem um fundo de verdade. Isso porque parte das características que definem as cores dos bichinhos está ligada ao gene X. 

Esse gene, que também está relacionado ao sexo do felino, pode definir se o peludo terá a cor preta ou vermelha. Como sabemos, um gato macho possui os genes XY, enquanto uma fêmea é XX. Assim, o macho poderá ser preto ou vermelho, e a fêmea uma mistura das duas cores.

Por isso, se, algum dia, você encontrar com um bichano preto com manchas vermelhas, sabe que, provavelmente, está lidando com uma gatinha. Apesar de haver pequenas chances dele ser macho. 

Coloração de gato branco 

Basicamente, podemos dizer que as cores de gatos se resumem em três: preto, vermelho e branco. Já entendemos que o preto e o vermelho estão associados ao gene X. Mas e o branco? 

A coloração de gato branco tem a ver com outros fatores, na verdade, três elementos diferentes: o gene da cor branca, o gene das manchas brancas e o gene do albinismo. 

Quando o peludo tem o gene da cor branca, não importa como é seu gene X, ele será totalmente branco. Se o pet tiver o X com tons pretos e o gene das manchas brancas, ele será o clássico gato preto e branco. Já o albinismo também é um fator à parte. Por isso, o gato albino é inteiramente branco. 

Outras cores

Até agora, abordamos o vermelho, o preto e o branco. Contudo, você provavelmente já encontrou as mais variadas cores de gatos, como laranja, malhado e cinza, não é mesmo? Isso porque, além dos fatores já explicados, há a intensidade desses tons. 

A cor dos bichanos, assim como outros mamíferos, é definida pela quantidade de melanina. Há dois tipos: a eumelanina e a feomelanina. A primeira está relacionada aos tons escuros, e a segunda, aos avermelhados. Dependendo da quantidade de melanina que a genética do pet libera, ele irá se encaixar em um dos tipos abaixo:

Cores extremas: também chamadas de características intensas, são aqueles peludos que possuem genes de melanina dominantes e, consequentemente, cores fortes, como os gatos pretos, laranjas ou chocolate, 

Cores suaves: possuem genes recessivos, apresentando variantes dos tons acima. É o caso de gato cinza, creme ou bege. 

Viu como compreender as cores de gatos não é uma tarefa fácil? Há vários fatores diferentes que, combinados, resultam nos belos tons de nossos amigos de quatro patas. 

Significados das cores

Como as cores de gatos são definidas pela genética, há algumas características semelhantes que podem ser associadas aos diferentes tipos de pelagem de gato. Claro, cada peludo tem sua personalidade, sendo impossível ter um manual de comportamento ligado à aparência. 

Entretanto, alguns relatos indicam que a genética das cores também pode influenciar nas características e na personalidade dos pets. Continue lendo para saber mais sobre cada uma delas. 

Gato preto

O gato preto é considerado mais introspectivo, tímido e tranquilo. Calmo e carinhoso, costuma dormir por longos períodos e gosta de alguns minutos de carinho. Ainda que não seja tão apegado, ele sabe demonstrar seu amor, mesmo que seja deitando ao lado do tutor, fazendo companhia em atividades diárias.

Gato branco

Os bichanos brancos também são considerados calmos e pensativos. Geralmente, são desconfiados e precisam de mais tempo para se adaptar à sua família. Porém, uma vez que tenham se adaptado, são muito fiéis e carinhosos. Não costumam gostar de visita, mas não negam uma boa dose de carinho. 

Gato laranja

O gato laranja é considerado mais carinhoso que os outros bichanos. Adora passar todo momento ao lado de sua família e odeia ficar muito tempo sozinho. Também é mais ativo, precisando de atividades regulares para gastar sua energia. 

Gato rajado

É um bichano curioso e ativo, que adora brincar com seus tutores. Costuma ser muito fiel e companheiro, mas precisa de boas doses de atividades para gastar a vasta energia. O gato rajado e bicolor, por ser mais curioso, costuma se dar melhor com estranhos logo no primeiro encontro. 

As características acima estão relacionadas a alguns estudos, mas não indicam um manual definitivo sobre os felinos. Lembre-se que cada pet é especial e possui uma personalidade única. 

Conhecer as cores de gatos é uma forma de nos apaixonarmos ainda mais por eles! Além de fofos e divertidos, nossos amigos de quatro patas escondem diversos fatos surpreendentes.

 

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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

CUrso de Banho e Tosa em Sâo Paulo 13 34941684

  Alicate de unhas para pets: usos e cuidados

 

Cortar as unhas do seu pet vai muito além de ser uma coisa puramente estética. Na verdade, deve ser considerado como um cuidado muito importante para a saúde e bem estar do animal.

Cães e gatos que vivem em apartamentos ou casas com pisos lisos, sem atrito suficiente, acabam ficando com as unhas muito grandes. Isso pode gerar problemas de saúde e causar desconforto para os pets, além da possibilidade de machucar as pessoas.

Unhas grandes demais tendem a causar problemas na coluna e de locomoção, já que elas podem ficar presas em pisos, tapetes, roupas, carpetes etc. Além disso, aumentam o risco de infecções e doenças, porque elas podem quebrar ou envergar, perfurando a carne do animal.

Assim, se você não tem o costume de levar seu cachorro ao petshop para o banho e tosa, você PRECISA ter um cortador de unhas em casa.

 

COM QUE FREQUÊNCIA DEVE-SE CORTAR A UNHA DOS PETS?

Em primeiro lugar, o ideal é adotar esse hábito quando o animal ainda for um filhote. Assim, ele se acostuma com o procedimento e os cortes acontecem sem estresse ou agitação.  Algumas pessoas preferem usar nos filhotinhos o alicate para gato.

A frequência do corte das unhas varia de acordo o estilo de vida do animal. Andar e correr bastante em superfícies com mais atrito já ajudam a desgastar as unhas.

Em cães, a hora de cortar é quando as unhas começam a roçar no piso fazendo barulho no chão e visivelmente percebe-se que estão longas. Normalmente, esse prazo é de uma semana ou no máximo a cada 15 dias.

Em gatos, você pode apertar de leve as almofadinhas (coxins) da patinha, para que a unha fique mais a mostra, e então veja se estão muito grandes e afiadas ou não.

Se tem costume de levar seu pet para banhos e tosas num petshop, é bem provável que o corte das unhas já esteja incluso no pacote. Nesse caso, os profissionais do ramo podem avaliar melhor a necessidade desse procedimento.

 

CUIDADOS QUE SE DEVE TER

As unhas dos pets são muito sensíveis, pois possuem vasos sanguíneos e nervos em seu eixo central, conhecido como sabugo. Quanto mais compridas ficam as unhas, mais longo fica o sabugo também.

Esse sabugo, quando lesionado, acarreta muita dor e sangramento no animal. Se isso acontecer, você poderá utilizar o pó hemostático, que é um produto próprio para estancar pequenos sangramentos e funciona como coagulante.

Ou seja, se demorar muito para cortar as unhas do seu cão, mais doloroso será para ele.

Para evitar isso, mantenha sempre o corte das unhas em dia, pois o sabugo tende a se “acostumar” com o comprimento mais curto e também vai ficando menor.

Um outro cuidado muito importante é lixar as unhas do seu pet depois de cortá-las, para suavizar as pontas afiadas pelo alicate e dar acabamento, evitando arranhões. Existem lixas específicas para animais, que são maiores e mais duradouras do que as lixas para humanos. Você encontra esse produto clicando aqui.

No caso de cortes de unha de gatos, um erro comum das pessoas que deve ser evitado é o uso de alicates pequenos para cães. O correto é usar os que foram desenvolvidos especificamente para gatos, somente.

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Curso de Banho e Tosa em São Paulo 13 33951176

Em um ano, Britney Spears gastou R$ 120 mil com seus cachorros 




A crise passa longe de Britney Spears. Aos 34 anos e brilhando como grande atração do Planet Hollywood, em Las Vegas, a cantora só tem aumentado a sua fortuna. Segundo informações divulgadas pelo TMZ, em 2015 a loira ganhou mais de U$ 13,4 milhões (cerca de R$ 43 milhões) e, em dezembro do mesmo ano, ela tinha uma fortuna de mais de U$ 51 milhões (cerca de R$ 163 milhões)... porém, este valor corresponde a apenas U$ 5 milhões (R$ 16 milhões) a mais do que Britney tinha 12 meses antes.

Como, então, a popstar gastou mais de U$ 8 milhões em tão pouco tempo?

Simples: mansões, carros, filhos e pets. Isso mesmo, pets – de acordo com os documentos obtidos pelo TMZ, a cantora gastou U$ 37.360 (cerca de R$ 120 mil) com seus pets, U$ 67,8 mil (R$ 216 mil) no salão de beleza e U$ 62.813 (R$ 220 mil) em roupas e acessórios. Quem pode, pode!




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